A decisão do Banco Central (BC) de liquidar o Banco Master, em novembro de 2025, e a prisão de seu dono, Daniel Vorcaro – flagrado prestes a fugir em jatinho particular –, fecham um capítulo de fraudes bilionárias. O banqueiro, bem conectado na política, usou esquemas para inflar o caixa da instituição.
Tentativas frustradas e deterioração
Em março, negociações para vender 58% do banco ao BRB (Banco de Brasília) por R$ 2 bi fracassaram.
Vorcaro era conhecido no mercado por “pilantragens”, mas continuou emitindo CDBs e vendendo ativos podres.
O esquema fraudulento revelado
CDBs inflados: R$ 50 bi emitidos com juros acima do mercado, atraindo investidores inocentes.
Carteiras de crédito fictícias: Vendidas para simular liquidez, incluindo R$ 12,2 bi para o BRB (banco público).
Dinheiro público em risco: Fundos de pensão de RJ (R$ 1 bi), Amapá (R$ 400 mi) e cidades de SP expostos. Operações com consignados do INSS também afetadas, gerando CPMI.
Até aposentados do INSS viram seus recursos em perigo.
Não era banco público, mas circulava dinheiro de previdência de servidores – prática comum, mas aqui fraudulenta. A PF investiga, e o caso expõe falhas no sistema financeiro.
Você investiu em CDBs? O que acha dessa teia de fraudes?

