Estranha coincidência

Publicação de matérias repercutindo com estranha ênfase a aceitação de denúncia judicial contra o ex-prefeito e atual candidato à Assembleia Legislativa, Edson Piriquito (MDB).

Ainda o caso da Passarela da Barra, iniciado em 2014 e só agora, passados quatro anos, seguindo adiante. O candidato estranhou a “coincidência”, pois o assunto vem se arrastando por todo esse tempo sem uma definição ou encaminhamento.

A denúncia contra Piriquito, de fato, se louva num mero depoimento acusatório de um dos envolvidos, sem nenhuma prova material ou fundamento sólido.

Nenhum dos demais envolvidos (14 ao todo), fez citações ao ex-prefeito. Ele mesmo chegou a ser citado no início, mas nenhuma denúncia formal aconteceu durante todo o tempo.

Piriquito diz que “é estranho o assunto surgir às vésperas de uma eleição que disputo como candidato, com pouco tempo de defesa e esclarecimento”.

E diz:

“sou inocente e isto ficará definitivamente comprovado no decurso do processo, mas já terei sido punido pela execração pública inconveniente e imprópria. Estão, na prática, invertendo o ônus da prova: quem acusa não precisa provar nada, mas quem é acusado é jogado às feras, atirado contra a parede e tem que se virar atrás da prova de sua inocência”.

Piriquito ainda falou da Operação

“A própria operação do Gaeco, na época, indiciou outras pessoas, as prendeu, foram execradas ante seus amigos, a família e a sociedade – e declaradas ou reconhecidas como inocentes depois, mas até hoje sofrem as conseqüências morais da divulgação do caso de maneira intempestiva e inoportuna, além de injusta, tal qual acontece agora”, encerrou Piriquito.

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