A partir de 1º de janeiro de 2026, os motoristas de Santa Catarina enfrentam um aumento significativo nos preços dos combustíveis. O Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) da gasolina subiu de R$ 1,47 para R$ 1,57 por litro, resultando em um acréscimo de R$ 0,10. Essa mudança, determinada pelo governo estadual, não está relacionada ao Governo Federal, mas sim a decisões tomadas pelo governador Jorginho e secretário da fazenda dos estado.
Além da gasolina, o aumento do ICMS também impactou outros combustíveis: o diesel passou de R$ 1,12 para R$ 1,17, e o gás de cozinha (GLP) subiu de R$ 1,39 para R$ 1,47 por quilo.
O governador Jorginho Mello é o responsável pela assinatura do reajuste, que já começou a gerar descontentamento entre os cidadãos.
Impacto nos preços
Os efeitos do aumento são visíveis nos postos de gasolina, onde o preço médio já ultrapassou R$ 6,40. Em Florianópolis, alguns estabelecimentos estão cobrando mais de R$ 6,80 por litro. Motoristas que viajaram por outros estados notaram que Santa Catarina e Paraná estão entre os lugares com os combustíveis mais caros do Brasil, com preços que podem chegar perto dos R$ 7 em algumas regiões.
Críticas à gestão
A insatisfação é palpável entre os cidadãos, que sentem o peso da alta dos combustíveis em seus bolsos, especialmente em um momento em que o Governo Federal busca estabilizar a economia. Muitos argumentam que o aumento de impostos ocorre em um cenário de falta de investimentos básicos em infraestrutura e serviços essenciais.
O que esperar?
Com a gasolina e outros combustíveis subindo, a expectativa é que o impacto nos preços afete não apenas os motoristas, mas também o custo de vida em geral, pois o transporte é um fator crucial na cadeia de abastecimento de diversos produtos. Enquanto isso, o debate sobre a necessidade de uma revisão na política de impostos sobre combustíveis ganha força, com a população clamando por soluções que aliviem a carga financeira.
Em meio a essa turbulência, resta aos cidadãos catarinenses se adaptar a essa nova realidade e acompanhar de perto as decisões do governo que impactam diretamente suas finanças.

