O caso do cãozinho Orelha, que chocou Santa Catarina e o Brasil, fez João Rodrigues, gravar um vídeo abordando a investigação em andamento. O prefeito expressou sua preocupação com a politização da morte do animal e a repercussão do caso nas redes sociais.
Contexto do caso
A morte do cãozinho Orelha gerou uma onda de indignação. Inicialmente, a informação de que seis adolescentes estariam envolvidos no crime circulou rapidamente, levando a uma condenação pública antes mesmo de qualquer investigação formal. Facções criminosas chegaram a ameaçar os jovens, aumentando a pressão sobre as autoridades.
A investigação
João Rodrigues criticou a forma como a Polícia Civil conduziu a investigação, ressaltando a falta de clareza nas informações divulgadas. Segundo ele, o delegado-geral foi precipitado ao compartilhar detalhes que deveriam ser sigilosos, levantando dúvidas sobre a integridade do processo.
“Santa Catarina e o Brasil querem saber o que realmente aconteceu. Por que as informações estão tão desencontradas?” questionou o prefeito, enfatizando a necessidade de uma investigação rigorosa e transparente.
Contradições e injustiças
O prefeito também destacou contradições nas declarações oficiais. Enquanto a polícia afirmou que o cãozinho não havia sido empalado, surgiram relatos contraditórios que deixaram a população confusa. Ele enfatizou que a sociedade merece respostas claras e que não se deve acobertar ninguém.
“A pior coisa que existe é injustiça. Se fosse um filho de um operário, já estaria preso. Mas aqui, a condenação foi feita antes da investigação”, afirmou Rodrigues.
A necessidade de federalização
Diante da gravidade do caso, o prefeito pediu a federalização da investigação, argumentando que é imprescindível descobrir quem realmente matou Orelha.
“Estamos lidando com uma questão de justiça e responsabilidade. Não podemos permitir que a verdade fique obscura”, concluiu.
O caso do cãozinho Orelha não é apenas uma questão de crueldade animal, mas também um reflexo de como a sociedade lida com a justiça e a verdade.
Enquanto a investigação continua, a comunidade Catarinense aguarda respostas que possam trazer paz e esclarecimento sobre essa tragédia.

