Crueldade em Itajaí: jovens jogam cão de edifício abandonado

Quatro jovens (3 adolescentes + 1 maior de idade) maltrataram cães até a morte no bairro Murta, Rua Theodoro Lino Regis. Tentaram afogar um no rio, jogaram do 2º andar de prédio abandonado. Outro cão branco escapou por pouco!

Maior de idade preso em flagrante e levado à Canhanduba. Adolescente foragido. PM, Guarda Municipal e INIS confirmam: lesões graves por queda e maus-tratos.

Testemunha ocular: “Cão gritou ao cair e outro agonizou enforcado até ser salvo.”Isso é CRIME! Lei federal e municipal de Itajaí punem severamente. Lembra do “Cão Orelha” em Floripa?

Adolescentes tentaram afogar cão antes de arremessá-lo de prédio em Itajaí

Um maior de idade é preso.  Um crime cruel chocou moradores do bairro Murta, em Itajaí, nesta sexta-feira (13).

Quatro jovens, incluindo três adolescentes, maltrataram um cão até a morte, tentando afogá-lo em um rio antes de arremessá-lo do segundo andar de um prédio abandonado. O caso ocorreu na Rua Theodoro Lino Regis, esquina com a Rua Domingos Braz Sedrez, por volta das 18h10 de quinta-feira (12).

De acordo com o comandante do 1º Batalhão de Polícia Militar (PM) de Itajaí, tenente-coronel Ciro Adriano, o animal já sofria maus-tratos desde a tarde de quinta. Além do cão morto, outro cachorro de pelagem branca foi vítima de tentativa de afogamento pelos mesmos suspeitos.

“Conversamos com moradores da região, que nos indicaram onde os jovens moravam. Localizamos três deles”, explicou o comandante.

Um dos envolvidos, maior de idade, foi preso em flagrante e encaminhado ao Presídio da Canhanduba, onde aguarda audiência de custódia.

Os outros dois apreendidos são adolescentes, e um quarto suspeito permanece foragido. Os jovens são de Itajaí (um natural da cidade), Rio Grande do Sul e Pernambuco.

Investigação em andamento e laudo veterinárioTestemunhas, incluindo outros adolescentes e pais dos envolvidos, já foram ouvidas pela PM. Inicialmente, os suspeitos negaram as acusações.

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Informações preliminares apontam que os cães pertenciam a um dos autores. O caso foi encaminhado à Polícia Civil para investigação aprofundada.

A Guarda Municipal e a Guarda Ambiental atenderam a ocorrência e recolheram o corpo do animal. O Instituto Geral de Perícias (IGP) foi acionado para perícia técnica. Uma veterinária do Instituto Itajaí Sustentável (INIS) constatou escoriações na boca, queixo e palato, com sangramento – lesões compatíveis com queda de altura.

Caso ecoa tragédia recente em Florianópolis

O episódio remete ao caso do “Cão Orelha”, morto após agressões por um adolescente na Praia Brava, em Florianópolis, há pouco mais de um mês.

Fatos como esses reacendem debates sobre proteção animal e responsabilização de jovens infratores na região.

Fonte: Rádio Menina FM.

 

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